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Escrito por às 16h55
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'Mito Lula não funciona' em São Paulo, afirma Soninha
Flávia D’Angelo / estadão online
A pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, afirmou ontem que "o mito Lula não funciona" na capital paulista e por isso não acredita que a eleição ficará polarizada entre os candidatos do PSDB e do PT. A avaliação de que a eleição em São Paulo terá apenas dois lados, um ligado ao PT e outro ao PSDB foi feita pelo ex-governador José Serra (PSDB).
"Nas últimas quatro eleições para o Executivo o PT foi derrotado, apesar de toda a influência do Lula", disse, em entrevista à TV Estadão. "Na minha interpretação ele (Lula) projetou para o Brasil, até no cenário internacional, uma imagem de sucesso, de pujança, de avanço que não é real. Mas ele é convincente."
O último levantamento do Datafolha, no entanto, mostrou que o ex-presidente ampliou sua força em SP e se a eleição fosse hoje, 48% dos eleitores dizem que poderiam escolher o indicado por ele.
Soninha corrobora o argumento de Lula ao indicar o ministro da Educação, Fernando Haddad, como candidato petista em São Paulo - de que a eleição na capital será marcada por novos nomes da política.
"A escolha dele se baseia também na ausência de rejeição. Por ser desconhecido, ele (Haddad) é menos rejeitado."
Superintendente do Trabalho Artesanal (Sutaco) do Estado, Soninha diz que sua máxima ambição é chefiar o Executivo municipal e rechaça que pretenda abrir mão de sua candidatura em prol de apoio ao PSDB.
"Se o PSDB quiser indicar um vice para a nossa chapa, a gente topa conversar", ironizou.
Soninha destacou que, além de São Paulo, o lançamento de candidaturas majoritárias nas principais capitais do País é "muito importante" para o projeto nacional do PPS.
Escrito por às 13h13
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'Mito Lula não funciona' em São Paulo, afirma Soninha
Flávia D’Anego / estadão online
A pré-candidata do PPS à Prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, afirmou ontem que "o mito Lula não funciona" na capital paulista e por isso não acredita que a eleição ficará polarizada entre os candidatos do PSDB e do PT. A avaliação de que a eleição em São Paulo terá apenas dois lados, um ligado ao PT e outro ao PSDB foi feita pelo ex-governador José Serra (PSDB).
"Nas últimas quatro eleições para o Executivo o PT foi derrotado, apesar de toda a influência do Lula", disse, em entrevista à TV Estadão. "Na minha interpretação ele (Lula) projetou para o Brasil, até no cenário internacional, uma imagem de sucesso, de pujança, de avanço que não é real. Mas ele é convincente."
O último levantamento do Datafolha, no entanto, mostrou que o ex-presidente ampliou sua força em SP e se a eleição fosse hoje, 48% dos eleitores dizem que poderiam escolher o indicado por ele.
Soninha corrobora o argumento de Lula ao indicar o ministro da Educação, Fernando Haddad, como candidato petista em São Paulo - de que a eleição na capital será marcada por novos nomes da política.
"A escolha dele se baseia também na ausência de rejeição. Por ser desconhecido, ele (Haddad) é menos rejeitado."
Superintendente do Trabalho Artesanal (Sutaco) do Estado, Soninha diz que sua máxima ambição é chefiar o Executivo municipal e rechaça que pretenda abrir mão de sua candidatura em prol de apoio ao PSDB.
"Se o PSDB quiser indicar um vice para a nossa chapa, a gente topa conversar", ironizou.
Soninha destacou que, além de São Paulo, o lançamento de candidaturas majoritárias nas principais capitais do País é "muito importante" para o projeto nacional do PPS.
Escrito por às 13h12
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DEM e PSDB cogitam união com o PCdoB
Lílian Machado / Tribuna da Bahia
A possibilidade de aliança entre peemedebistas e comunistas para as eleições municipais de Salvador não deve ser uma ameaça ao projeto de unidade das oposições para a disputa de 2012, e ainda pode representar uma chance de costura dentro do grupo, adversário ao prefeito João Henrique (PP) e ao governador Jaques Wagner (PT), conforme lideranças do Democratas e do PSDB baiano. Os partidos têm conversado com o PMDB na tentativa de lançarem uma candidatura única e consideram ser natural a busca do aliado por mais apoios.
O presidente estadual do DEM, José Carlos Aleluia e o deputado federal e principal articulador do PSDB baiano, Antonio Imbassahy, dizem confiar no processo de construção com o PMDB, mas também não descartam uma conjuntura com o PCdoB, caso haja espaços para uma pretensa composição.
Na ala governista, o PT, que tem parceria histórica com o PCdoB, minimiza. O presidente Jonas Paulo diz não acreditar que o aliado siga na posição contrária ao governador. A menos de um ano das eleições as articulações partidárias podem embolar o cenário pré-eleitoral na capital.
“Acho que nenhum partido pode se isolar e evidente que não há barreiras”. Segundo ele, o importante é haver um projeto alternativo ao do governo municipal e estadual. “Temos a intenção de sairmos juntos com o PMDB, mas se o PCdoB também entrar, ótimo. Não tem problema algum. Além do mais, não se faz política com preconceito. A cidade precisa de um projeto eficiente, que funcione”. Continue lendo na Tribuna da Bahia.
Escrito por às 12h40
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É esperar pra ver
Ana Lúcia Andrade / Pinga Fogo / Jornal do Commercio
Às vésperas do início de um ano que fará o Brasil recordar dos 20 anos do impeachment de um presidente da República, episódio único que marcou a história política e serviu para o povo testar o funcionamento das instituições da jovem democracia brasileira, o senador Fernando Collor (PTB/AL) realiza uma série de articulações que poderá levá-lo à presidência do Senado.
Foi esse mesmo Poder que, ironicamente, em 1992, julgou e impediu Collor de disputar um cargo eletivo por oito anos, apesar de ele ter renunciado à Presidência da República na tentativa de impedir a realização da sessão de cassação no Senado. Collor conseguiu, pelo voto, voltar à vida pública em 2006.
A possibilidade dele chegar ao comando do Senado só poderá se concretizar no início de 2013 quando o atual presidente, José Sarney, finaliza o mandato. Você pode estar se perguntando o motivo da antecipação de tal costura. É simples. Na política, assim que uma eleição termina - seja para um cargo na mesa diretora do Senado ou para um mandato eletivo - logo começa outra.
A sucessão de Sarney já domina as conversas de bastidor nessa fase pré-recesso. O PMDB, por ser o partido de maior bancada, tem, em tese, a prerrogativa de indicar o presidente. A legenda, contudo, não tem um nome de consenso. Por incrível que possa parecer, Collor está se movimentando para ocupar esse espaço. Ter o respaldo não só do PMDB , mas da bancada governista.
Será que vamos lembrar dos 20 anos do impeachment com Collor chegando à presidência do Senado? É esperar para ver.
Escrito por às 12h21
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Retorno da Luiz Tarquínio a mão dupla adiado para dia 28
A mudança na Avenida Luiz Tarquínio, que voltará a ter mão dupla, foi adiada para o dia 28. O acerto inicial era começar a alteração na sexta-feira, 16, mas a Coelba só deverá concluir a realocação de três postes, que inviabilizam a intervenção, no domingo (18). O retorno a mão dupla foi decidido após cinco audiências públicas com a prefeitura, motivadas pelos comerciantes locais. A avenida é uma das mais importantes vias de Lauro de Freitas e passou a ter mão única em dezembro do ano passado, também após série de audiências com moradores e comerciantes do centro da cidade e Vilas do Atlântico, população mais afetada.
A mudança foi precedida pela assinatura do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) pelos comerciantes. Agora, carga e descarga só poderão ser realizadas das 22h às 6h e fica proibido estacionar ao longo do meio fio.
Escrito por às 11h12
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O direito do autor do livro "Privataria Tucana"
A Geração Editorial, do jornalista Luiz Fernando Emediato, é uma editora que aposta em livros polêmicos, que por isso estão fadados ao sucesso.
Vale lembrar alguns títulos polêmicos lançados pela editora.
Memórias das Trevas, de João Carlos Teixeira Gomes, faz uma devassa na vida de Antônio Carlos Magalhães.
No prefácio, Gilberto Felisberto Vasconcellos define o livro como “estupendo”.
- O leitor... tomará consciência do que há de épico e verdadeiramente heróico na luta de um jornalista e intelectual contra a tirania do governador Antonio Carlos Magalhães..., escreve no prefácio.
O livro de Joca, como é conhecido na Bahia o jornalista João Carlos Teixeira Gomes, vendeu horrores. Durante muito tempo liderou a lista dos mais vendidos do país.
É da Geração Editorial outro sucesso de vendas da literatura nacional, “Honoráveis Bandidos”, um retrato do Brasil na era Sarney, escrito pelos jornalistas Palmério Dória e Mylton Severiano.
O livro revela as peripécias do clã Sarney comandado pelo senador José Sarney. Palmério e Mylton contam com humor o amor de Sarney por “urnas viciadas”, entre outros casos, como o do “loteamento do setor elétrico nacional”.
Tudo feito para encher as burras da “famiglia” no melhor estilo mafioso.
Agora, a Geração Editorial lança outro livro polêmico: “Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
No livro, que chegou às livrarias no fim de semana e já esgotou a primeira tiragem de 15.000 exemplares, Amaury acusa familiares do ex-governador José Serra, que contando com a ajuda do tucano Ricardo Sérgio de Oliveira, teriam recebido propinas de empresários, entre os quais Carlos Jereissati, Benjamin Steinbruch e Daniel Dantas, que participaram das privatizações da era Fernando Henrique Cardoso.
Vale lembrar, que Amaury em 2012 esteve envolvido com a suposta montagem de uma central de espionagem e produção de dossiês no comitê da campanha da presidente Dilma Rousseff, o que lhe valeu o indiciamento em processo criminal.
Neste particular, no livro Amaury acusa Rui Falcão, presidente nacional do PT de vazar informações contra a campanha de Dilma Rousseff em 2010 para a revista "Veja" com o objetivo de atingir o núcleo mineiro da campanha, comandado por Fernando Pimentel, o que acarretou o indiciamento de Maury pela Polícia Federal, que investigou o imbróglio petista.
Rui Falcão nega com veemência o vazamento e processa Amaury Ribeiro Jr.
A polêmica sobre o livro é grande e envolve o senador Aécio Neves, que seria quem teria encomendado a Amaury uma série de reportagens, publicadas no jornal “Estado de Minas”, que resultaram no livro com acusações a José Serra.
Amaury afirma que foi pautado pelo jornal para descobrir se Serra espionava Aécio.
Resumo da ópera.
O lançamento do livro “Privataria Tucana” satisfaz a petezada, tanto que o deputado comunista Protógenes Queiróz, um aliado do PT, quer criar uma CPI para investigar as privatizações da era FHC.
Até Emediato, dono da Geração Editorial, acabou atingido por estilhaços nesta semana de lançamento do livro na Internet com supostas acusações de desvio de recursos do FAT, à época em que era presidente do Conselho Deliberativo do FAT - Condefat.
José Serra o alvo do livro o classifica como “lixo”, "coleção de calúnias" e "crime organizado fingindo ser jornalismo".
Em nota o ex-presidente Fernando Henrique afirma que o livro não passa de uma coletânea de infâmias.
“Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora “acusações”, especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar “documentos” não se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional”.
Polêmica a parte, o autor do livro, Amaury Ribeiro Junior, exerce um direito expresso na Constituição Brasileira, o da liberdade de expressão, goste-se dele ou não.
Aliás, a Justiça está aí para reparar os possíveis exageros comedidos pelo jornalista.
O petista Rui Falcão, por exemplo, já recorreu a ela para reparar as acusações de Amaury. Que os demais sigam o mesmo caminho.
Escrito por às 10h34
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Assembleia de Alagoas paga gratificação 'secreta' a servidores
Sílvia Freire / Folha de S.Paulo
A Assembleia Legislativa de Alagoas paga uma gratificação "excepcional" a assessores de gabinetes que extrapolem a jornada de trabalho ou que sejam submetidos a "exigências excepcionais".
A Mesa Diretora, que define caso a caso se os pagamentos serão feitos, não dá publicidade ao nome dos beneficiados nem aos valores.
A lei que instituiu o benefício, de 2008, não define importância nem percentual a ser pago como gratificação.
O deputado João Henrique Caldas (PTN), que é contra o benefício, disse que seus assessores receberam de fevereiro a novembro R$ 650 mil.
Segundo Caldas, o dinheiro é depositado na conta corrente do assessor, separadamente do salário, e não aparece no contracheque. O deputado disse que devolveu ao Tesouro do Estado o total recebido pelos assessores.
Caldas pediu informações sobre a gratificação. O presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Toledo (PSDB), disse que todos os questionamentos serão respondidos e que o pagamento é realizado de forma legal.
Escrito por às 09h06
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Cabral ignora metade dos pedidos de informação
Ítalo Nogueira / Folha de S.Paulo
O governo do Rio ignorou mais da metade dos requerimentos de informação feitos neste ano por deputados, contrariando a Constituição estadual. E, quando enviou as respostas, a administração não respeitou o prazo de um mês na maior parte das vezes.
O excesso de pedidos foi um dos motivos que, segundo o governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), o levaram ao STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar restringir a formulação de pedidos de dados às comissões da Assembleia Legislativa do Rio, controladas por sua base aliada.
Levantamento feito pela Folha na Assembleia mostra que, no ano passado, a média de pedidos foi de um por deputado. Se a Casa usasse o limite autorizado pela Constituição -12 por integrante-, seriam 840 requerimentos anuais. Em 2011, foram 71. Assinante da Folha ou do UOL continue lendo.
Escrito por às 08h46
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Jader é aclamado no Pará após retomar cargo
Folha de S.Paulo
Após decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que garantiu a sua volta ao senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) foi recebido com festa ontem em Belém (PA).
Cerca de 200 pessoas com bandeiras com o nome de Jader, um carro de som e uma escola de samba recepcionaram o senador já na saída do aeroporto. Após o desembarque, ele saiu em carreata pela cidade até a sede do PMDB.
Jader foi eleito em 2010 com 1,7 milhão de votos, mas acabou barrado pela Lei da Ficha Limpa. Como o STF decidiu que a lei só valerá para as eleições de 2012, o tribunal autorizou anteontem a posse do senador.
Na terça-feira, Cezar Peluso, presidente do STF, recebeu uma comitiva de peemedebistas e, entre outros assuntos, conversaram sobre a posse de Jader.
Ontem, Peluso negou que a liberação da posse tenha sido consequência de pressão dos líderes do PMDB e disse que a decisão não foi tomada individualmente. Assinante da Folha ou do UOL continue lendo.
Escrito por às 08h21
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Planalto tenta conter disputa de partidos aliados na Caixa
Valdo Cruz e Andréia Sadi / Folha de S.Paulo
O Palácio do Planalto agiu para aplacar uma disputa entre PT e PMDB na cúpula da Caixa Econômica Federal e indicou ontem que manterá sob a influência peemedebista um posto-chave no banco.
É uma tentativa de acalmar a insatisfação exibida pela bancada do PMDB no Congresso nesta semana.
O Planalto informou aos líderes do partido que tende a manter o atual vice-presidente de Fundos e Loterias da Caixa, Fábio Cleto, como representante do banco no Conselho Curador do FGTS, que define a política de investimentos do fundo.
O PMDB e o PT controlam os principais postos na diretoria da Caixa, mas nas últimas semanas os apadrinhados dos dois partidos entraram em conflito, levando os peemedebistas a ameaçar retaliar o governo em votações no Congresso.
O foco principal da disputa é o FI-FGTS, fundo de investimentos formado com recursos do FGTS e que tem cerca de R$ 19 bilhões aplicados em empresas associadas a projetos de infraestrutura, como a usina hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia. Assinante da Folha ou do UOL continue lendo.
Escrito por às 08h15
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Em livro, jornalista acusa tucanos de receber propina
Folha.com
Um livro que chegou à praça no fim de semana acusa o ex-governador José Serra de receber propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
Publicado pela Geração Editorial, "A Privataria Tucana" foi escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr., que no ano passado foi acusado de participar da montagem de uma central de espionagem no comitê da campanha da presidente Dilma Rousseff.
O livro sustenta que amigos e parentes de Serra mantiveram empresas em paraísos fiscais e as usaram para movimentar milhões de dólares entre 1993 e 2003, mas não oferece nenhuma prova de que esse dinheiro tenha relação com as privatizações.
Algumas informações do livro circularam na campanha eleitoral do ano passado e boa parte do material foi publicada antes por jornais e revistas, entre eles a Folha.
O livro mostra que uma empresa controlada pelo empresário Carlos Jereissati nas Ilhas Cayman repassou US$ 410 mil para Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil e amigo de Serra. Continue lendo na Folha.com.
Escrito por às 08h09
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Deputado diz ter 173 assinaturas para CPI da 'Privataria'
Folha.com
O deputado Delegado Protógenes (PC do B-SP) afirmou na quinta-feira ter conseguido 173 assinaturas para abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) com a intenção de investigar as acusações feitas pelo livro "A Privataria Tucana".
O livro, escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr., acusa o ex-governador José Serra de receber propinas de empresários que participaram das privatizações conduzidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
"A perspectiva é chegar a mais de 250 assinaturas", disse Protógenes, que vai protocolar o pedido de abertura de CPI na próxima terça-feira.
Para abrir uma comissão na Câmara dos Deputados são necessárias 171 assinaturas.
Segundo o deputado, assinaram o requerimento deputados governistas --entre eles a "metade da bancada do PT"-- e da oposição --PSDB, DEM e PPS.
"Eles pediram para não divulgar o nome. E quem já colocou a assinatura recebeu pressão para tirar, mas não vai tirar", afirmou Protógenes.
De acordo com ele, a CPI não pretende fazer uma revisão das privatizações feitas no governo FHC. "Ela vai fazer uma investigação dos possíveis ilícitos e irregularidades cometidos na década de 90." Continue lendo na Folha.com.
Escrito por às 07h56
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Serra diz que livro é 'coleção de calúnias'
Folha.com
O ex-governador José Serra, principal alvo de "A Privataria Tucana", chamou o livro de "lixo", "coleção de calúnias" e "crime organizado fingindo ser jornalismo".
Ele afirmou ainda que seu autor, o jornalista Amaury Ribeiro Jr, foi indiciado pela Polícia Federal no inquérito que apura a suposta montagem de um dossiê com informações sigilosas sobre tucanos durante a campanha presidencial de 2010.
"Trata-se de uma coleção de calúnias que vem de uma pessoa indiciada pela Polícia Federal. Isso é crime organizado fingindo ser jornalismo", afirmou Serra sobre o livro, por meio de sua assessoria de imprensa.
Anteontem, ao ser questionado sobre o livro em Brasília, ele disse repetidas vezes: "É lixo, lixo, lixo".
O ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil e ex-tesoureiro de campanhas do PSDB Ricardo Sérgio de Oliveira, também citado por Ribeiro Jr., não quis se manifestar, segundo informou seu advogado. Continue lendo na Folha.com.
Escrito por às 07h51
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FHC e PSDB reagem contra acusações do livro Privataria Tucana
A propósito do livro "Privataria Tucana", do jornalista Amaury Ribeiro Jr., o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso soltou a seguinte nota:
"A infâmia, infelizmente, tem sido parte da política partidária. Eu mesmo, junto com eminentes homens públicos do PSDB, fomos vítimas em mais de uma ocasião, a mais notória das quais foi o “Dossiê Cayman”, uma papelada forjada por falsários em Miami para dizer que possuíamos uma conta de centenas de milhões de dólares na referida ilha.
Foi preciso que o FBI pusesse na cadeia os malandros que produziram a papelada para que as vozes interessadas em nos desmoralizar se calassem. Ainda nesta semana a imprensa mostrou quem fez a papelada e quem comprou o falso dossiê Cayman para usá-lo em campanhas eleitorais contra os tucanos. Esse foi o primeiro. Quem não se lembra, também, do “Dossiê dos Aloprados” e do “Dossiê de Furnas”, desmascarado nestes dias?
Na mesma tecla da infâmia, um jornalista indiciado pela Polícia Federal por haver armado outro dossiê contra o candidato do PSDB na campanha de 2010, fabrica agora “acusações”, especialmente, mas não só, contra José Serra. Na audácia de quem já tem experiência em fabricar “documentos” não se peja em atacar familiares, como o genro e a filha do alvo principal, que, sem ter culpa nenhuma no cartório, acabam por sofrer as conseqüências da calúnia organizada, inclusive na sua vida profissional.
Por estas razões, quero deixar registrado meu protesto e minha solidariedade às vítimas da infâmia e pedir à direção do PSDB, seus líderes, militantes e simpatizantes que reajam com indignação. Chega de assassinatos morais de inocentes. Se dúvidas houver, e nós não temos, que se apele à Justiça, nunca à infâmia."
Sérgio Guerra, presidente do PSDB, também soltou uma nota:
"O PSDB repudia veementemente a mais recente e leviana tentativa de atribuir irregularidades aos processos de privatização no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso e acusar o Partido e os seus líderes de participar de ações criminosas.
As privatizações viabilizaram a modernização da economia brasileira, com centenas de bilhões de investimentos em serviços essenciais e a geração de milhares de empregos.
Todo o processo foi exaustivamente auditado pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal e outros órgãos de controle, e nenhuma irregularidade foi constatada.
O livro agora publicado tem as mesmas características de farsas anteriores, desmascaradas pela polícia, como a “Lista de Furnas”, o “Dossiê Cayman” e o caso dos “Aloprados”. Seu autor é um indiciado pela Polícia Federal por quatro crimes, incluindo corrupção ativa e uso de documentos falsos.
Uma constante dessa fabricação de falsos dossiês tem tido a participação de membros e agentes do Partido dos Trabalhadores. Os que não se envolvem diretamente nas falsificações não têm pudor de endossá-las publicamente, protegidos, alguns deles, pela imunidade parlamentar.
A nova investida ocorre num momento em que o PT está atolado em denúncias de corrupção que já derrubaram seis ministros, e aguarda ansiosamente o julgamento do Mensalão, maior escândalo de corrupção de que se tem notícia na história do Brasil.
Serão tomadas medidas judiciais cabíveis contra o autor e os associados às calúnias desse livro."
Escrito por às 07h26
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Tecnologia do jogo do bicho era produzida na Bahia
Samuel Lima / A Tarde
Três pessoas, identificadas como sócias-proprietárias da Projeta Tecnologia & Projetos Ltda., sediada em Salvador, são consideradas foragidas. Conforme o Ministério Público do Rio de Janeiro, Carlos Eugênio Dias Carreiro, José Fernando de Carvalho Jr. e Maria Tereza Carvalho Luz são alvos da Operação Dedo de Deus, deflagrada em quatro estados (Bahia, Rio, Pernambuco e Maranhão).
O objetivo da ação – cujas investigações foram coordenadas pelo MPRJ e Corregedoria Interna da Polícia Civil do Rio – era chegar a envolvidos em crimes relacionados à prática do jogo do bicho. Em Salvador, a operação contou com 30 investigadores do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP) e Delegacia de Crimes Econômicos e Contra a Administração Pública (Dececap).
Além da sede da Projeta, no Edifício Comercial Vasco da Gama, na avenida homônima, outros cinco endereços foram alvos do cumprimento de dez mandados de busca e apreensão – no Caminho das Árvores, Iguatemi, Rio Vermelho, Horto Florestal e Pituba. A maior parte do material apreendido foi encontrada na Projeta. Continue lendo no A Tarde.
Escrito por às 07h12
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Assembleia do Maranhão terá estação de rádio e TV pagos pelo Senado
Maria Lima / O Globo
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), fez uma solenidade nesta quinta-feira para anunciar um acordo de cooperação em que o Senado vai arcar com os custos de instalação de uma estação de rádio e TV digital na Assembleia Legislativa do Maranhão.
Só o transmissor digital custa R$ 1 milhão. A contrapartida da Assembleia , que poderá não só retransmitir a programação da TV Senado como fazer a sua própria, será a cessão do espaço e manutenção dos equipamentos. Até a energia utilizada será paga pelo Senado.
O anúncio ocorre menos de dois meses depois que sua filha, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, ter aprovado em regime de urgência na Assembleia um projeto estatizando a fundação que leva o nome do pai.
O acordo prevê ainda que o Senado colocará à disposição da Assembleia todos os equipamentos necessários à retransmissão local dos sinais de televisão em São Luis, incluindo o transmissor, multiplexadores, conversores, demoduladores, decodificadores, sistema irradiante entre outros.
O Maranhão é o segundo estado a ser beneficiado por essa cooperação com sistema de ultima geração digital. O primeiro foi a Paraíba. Depois do Maranhão estão na fila as assembleias do Amazonas, Rio de Janeiro, Amapá - outro reduto de Sarney -, Alagoas e Roraima. Com tudo custeado pelo Senado. Leia mais sobre esse assunto em oglobo.globo.com.
Escrito por às 07h05
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Manchetes de sexta-feira

País continua sem planos para enfrentar temporais

EUA selam saída oficial do Iraque

EUA encerram Guerra do Iraque sem citar 'vitória'

Justiça rebaixa 91 PMs promovidos por Rosso

IBGE refaz cálculos e pode mudar royalties do petróleo

Dinheiro de corrupção volta para o governo em suaves prestações

De novo, o caos

Pânico em área nobre

A devastação do gelo

Empresa de tecnologia do jogo do bicho é estourda
Escrito por às 06h43
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Governo publica edital para concessão dos aeroportos
O governo publicou hoje (15/12) no Diário Oficial da União o edital com as regras para a concessão dos Aeroportos Internacionais de Brasília, Campinas e Guarulhos. Os três aeroportos foram incluídos no Plano Nacional de Desestatização em 21 de julho de 2011.
O governo publicou hoje (15/12) no Diário Oficial da União o edital com as regras para a concessão dos Aeroportos Internacionais de Brasília, Campinas e Guarulhos. Os três aeroportos foram incluídos no Plano Nacional de Desestatização em 21 de julho de 2011.
Os consórcios que vão administrar os aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília terão, obrigatoriamente, que contar com a participação de um sócio estrangeiro porque o edital obriga que um dos sócios tenha experiência de pelo menos cinco anos em administração de aeroporto com movimento maior que 5 milhões de passageiro por ano. E no Brasil apenas a Infraero tem essa experiência. E de acordo com a Secretaria de Aviação Civil, esse sócio estrangeiro terá que ter pelo menos 10% de participação nos consórcios.
A SAC ainda determina que as empresas vencedoras dos leilões terão que investir até a Copa de 2014 R$ 2,8 bilhões em obras nos três locais. O aeroporto de Guarulhos vai receber a maior parte deste investimento pré-Copa: R$ 1,38 bilhão. Entre as obras contempladas neste valor, está a construção do terceiro terminal de passageiros, com capacidade para pelo menos 7 milhões de passageiros por ano.Em Campinas, de acordo com a SAC, serão investidos R$ 873 milhões e, em Brasília, R$ 626,5 milhões.
Escrito por às 21h07
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União, Governo do Amapá e Prefeitura de Macapá assinam TAC
A poucos dias de completar três anos da audiência pública chamada pela deputada federal Janete Capiberibe (PSB) na Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, em 18 de dezembro de 2008, para garantir o direito de moradia das 160 famílias que moram no Bairro Alvorada 2, em Macapá, a solução negociada está prestes a se concretizar.
O governador do Amapá, Camilo Capiberibe, o prefeito de Macapá, Roberto Góes, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, o presidente da INFRAERO, Gustavo Vale, e técnicos acertaram hoje, 15, detalhes do Termo de Ajustamento de Conduta – TAC – que regularizará a ocupação da área pelo grupo de famílias. Até janeiro, quando será assinado o TAC entre as partes, acontecerão novas reuniões de trabalho.
- A esperança e a persistência valeram pelo resultado definitivo que se aproxima, construído em inúmeras reuniões e audiências de trabalho, durante esses três longos anos, analisa Janete.
Escrito por às 20h43
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